Dislexia, o que saber sobre ela?
Começaremos conversando um pouco sobre a origem do nome dislexia, pois já explica, de certa forma, as disfunções causadas por esta patologia.
O nome dislexia é constituído de 2 elementos:
DIS- distúrbio ou dificuldade
LEXIA-leitura ou linguagem
Seria pela origem da palavra bem fácil explicar. Dislexia seria então, uma patologia que provoca dificuldades na leitura e na linguagem.
A dislexia é causada por uma falha na parte posterior do cérebro. As áreas que ficam no giro cerebral, no Lobo Temporal Superior, responsável pela memória, compreensão e linguagem. Mas a dislexia também causa o mau funcionamento da área de broca, localizado no Lobo Central Inferior, responsável pelo processo de decodificação fonológica, que vai organizar a resposta motora processada pela área de Wernick. Alguns estudos sugerem que a existência de um déficit na atividade do cerebelo, seria uma hipótese explicativa da DISLEXIA.
Ela é um transtorno de aprendizagem específico da leitura, caracterizado pela dificuldade e reconhecimento das letras, decodificação e soletração de palavras.
Ela causa dificuldades na leitura e problemas na escrita e merece uma atenção especial de pais e educadores. muito comum a criança disléxica ser taxada de preguiçosa e pouco colaborativa em sala de aula. Geralmente a autoestima dessas crianças é baixa.É comum que não acreditem em si mesmas.
O que fazer então?
O ideal é que os sintomas sejam percebidos antecipadamente pela escola ou família e iniciem o processo da descoberta do diagnóstico. Quanto mais cedo se identifica a dislexia, menores serão os prejuízos acadêmicos.
O tratamento da Dislexia está muito relacionado com a existência de outros transtornos como TDAH, por exemplo.
Vale salientar que a dislexia não atinge a inteligência do sujeito e geralmente vem associada com a disortografia, disgrafia e pode acontecer também de aparecer sintomas da discalculia.É o tipo de patologia que é mais percebida na fase da escolaridade.
Do ponto de vista terapêutico, a intervenção da criança disléxica deve obedecer a princípios metodológicos:
Referências bibliográficas:
www.dislexia.com.br
http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=1126
Griz, Maria das Graças Sobral
Psicopedagogia um conhecimento em contínuo processo de construção. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2009
Começaremos conversando um pouco sobre a origem do nome dislexia, pois já explica, de certa forma, as disfunções causadas por esta patologia.
O nome dislexia é constituído de 2 elementos:
DIS- distúrbio ou dificuldade
LEXIA-leitura ou linguagem
Seria pela origem da palavra bem fácil explicar. Dislexia seria então, uma patologia que provoca dificuldades na leitura e na linguagem.
A dislexia é causada por uma falha na parte posterior do cérebro. As áreas que ficam no giro cerebral, no Lobo Temporal Superior, responsável pela memória, compreensão e linguagem. Mas a dislexia também causa o mau funcionamento da área de broca, localizado no Lobo Central Inferior, responsável pelo processo de decodificação fonológica, que vai organizar a resposta motora processada pela área de Wernick. Alguns estudos sugerem que a existência de um déficit na atividade do cerebelo, seria uma hipótese explicativa da DISLEXIA.
Ela é um transtorno de aprendizagem específico da leitura, caracterizado pela dificuldade e reconhecimento das letras, decodificação e soletração de palavras.
Ela causa dificuldades na leitura e problemas na escrita e merece uma atenção especial de pais e educadores. muito comum a criança disléxica ser taxada de preguiçosa e pouco colaborativa em sala de aula. Geralmente a autoestima dessas crianças é baixa.É comum que não acreditem em si mesmas.
O que fazer então?
O ideal é que os sintomas sejam percebidos antecipadamente pela escola ou família e iniciem o processo da descoberta do diagnóstico. Quanto mais cedo se identifica a dislexia, menores serão os prejuízos acadêmicos.
O tratamento da Dislexia está muito relacionado com a existência de outros transtornos como TDAH, por exemplo.
Vale salientar que a dislexia não atinge a inteligência do sujeito e geralmente vem associada com a disortografia, disgrafia e pode acontecer também de aparecer sintomas da discalculia.É o tipo de patologia que é mais percebida na fase da escolaridade.
Do ponto de vista terapêutico, a intervenção da criança disléxica deve obedecer a princípios metodológicos:
- Reforçar atividades visuais com exercícios que diferenciem a forma das letra e palavras, associando símbolos a pronúncia em voz alta.
- Ofertar materiais d leitura de acordo com as zonas de interesse da criança.
- Fazer intervenções individuais e sistemáticas em cima de atividades explorando a coordenação visomotora e a lateralidade.
- Adequar metas para priorizar a leitura e a escrita no currículo escolar.
- Manter uma comunicação efetiva com a escola e a clínica. A parceria é sempre fundamental para a evolução da criança.
Referências bibliográficas:
www.dislexia.com.br
http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/?p=1126
Griz, Maria das Graças Sobral
Psicopedagogia um conhecimento em contínuo processo de construção. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2009


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